
Abandonando as restrições dos fabricantes originais para optar por sistemas de aquecimento infravermelho domésticos
Muitas fábricas de aparelhos elétricos começam utilizando sistemas de aquecimento infravermelho fabricados pelos próprios fabricantes dos aparelhos. Eles funcionam bem e são confiáveis. Mas há um problema: uma vez que você se apega a esses sistemas, acaba preso em um ciclo de peças de reposição caras e contratos de manutenção que parecem mais uma espécie de “corrente” do que uma parceria verdadeira.
Ultimamente, vemos cada vez mais empresas migrando para fornecedores de sistemas de aquecimento infravermelho de alta qualidade. Por quê? Porque esperar semanas pela entrega de uma peça é um pesadelo, e os custos operacionais costumam ser muito altos. É possível reduzir esses custos sem prejudicar a qualidade dos produtos.
O medo do “ponto frio”
A maior preocupação ao trocar de marca é o chamado “ponto frio”. Se as novas lâmpadas não emitirem a mesma frequência ou densidade de calor que as antigas, o pó utilizado não vai secar corretamente. Os resultados serão partes com aparência de projetos mal feitos.
Por isso, nós não arriscamos. Analisamos a emissão espectral das lâmpadas originais. Verificamos se elas utilizavam ondas curtas para um aquecimento rápido da superfície ou ondas médias para um aquecimento mais profundo no metal. Trata-se de encontrar o equilíbrio entre a sensação de calor e a temperatura real.
Provar que funciona
Não basta simplesmente trocar a lâmpada e esperar pelo melhor resultado. Isso só leva a problemas. Nós fazemos isso em etapas. Primeiro, testamos o sistema em uma única área. Depois, usamos pirômetros digitais para medir a temperatura da superfície das peças à medida que elas passam pela linha de produção.
Se as lâmpadas domésticas mantiverem uma diferença de até $3^\circ\text{C}$ em relação às especificações originais, então – e somente então – podemos implementá-las em toda a linha de produção.
O único problema real: os controladores
O hardware geralmente é fácil de substituir. Mas os controladores? Não tanto. Os sistemas fabricados pelos fabricantes originais utilizam uma lógica específica, que nem sempre funciona bem com controladores PID de terceiros. Pode ser necessário reformular o sistema de controle ou ajustar a lógica do PLC para lidar com as novas curvas de alimentação elétrica. É um pouco trabalhoso no início. Mas, uma vez resolvido isso, o problema acaba. Você terá um mapa de calor preciso, as especificações de potência definidas, e os custos de secagem das peças diminuirão significativamente. É realmente um alívio para o orçamento.